A festa do dia de todos os Santos é um chamado a imitarmos aqueles que na Terra viveram uma vida cheia de princípios e valores. Ela existe no calendário católico desde o ano de 835, essa celebração foi fixada no dia 01º de novembro pelo Papa Gregório IV.

O evangelho de São Mateus 5, 48 nos chama à santidade: “Deveis ser perfeitos como vosso Pai Celeste é perfeito”.  Também nós somos chamados a esta vida nova e cheia de vitalidade que é a plenitude da vida cristã, a qual o mundo não pode nos dar e por isso que se diz que: Os homens devem se moldar a imagem do Cristo ressuscitado”.

O Concílio Vaticano II: “Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à e à perfeição da caridade” e mais expressa ainda que “afim de conseguir essa perfeição, façam os fiéis uso das forças recebidas (…) cumprindo em tudo a vontade do Pai, se dediquem inteiramente à glória de Deus e ao serviço do próximo. Assim, a santidade do povo de Deus se expandirá em abundantes frutos, como se demonstra, luminosamente, na história da Igreja pela vida de tantos santos” (LG 40).

Nisso encontramos a nossa busca e a resposta para a pergunta que volta e meia nos fazemos: O que Deus espera de mim?!

Assim, a igreja nos convida a estarmos mais próximos de Deus, vivendo uma vida cheia de valores cristãos e bons princípios. E esse princípio deve ser caminhado por cada um de nós. Todavia, não existe santidade sem renúncia e muito menos sem combate espiritual. Em busca de “receber a cora da justiça, que o senhor, justo juiz, dará… a todos aqueles que aguardam a sua aparição.” (II Timóteo 4, 8)

Disse São Gregório de Nissa (340): “Aquele que vai subindo jamais cessa de ir progredindo, de começo em começo, por começos que não têm fim. Aquele que sobe jamais cessa de desejar aquilo que já conhece” (Hom. in Cant. 8).

Esse chamado a santidade é tão forte que o Papa Francisco em sua última viagem a África disse que: Devemos nos preocupar com a carência de Santos

Equipe Mais de Deus

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