Começou neste domingo o Sínodo da Amazônia, talvez um dos mais polêmicos eventos do pontificado do Papa Francisco e também da história moderna da Igreja.

Cheio de controversas, comentários exagerados, mas também, eloquências iniciais fora do contexto de um evento feito para católicos, já que o mesmo se baseou em pessoas que nada fizeram ou fazem em favor da igreja.

A proposta de uma evangelização para a grandiosa região amazônica é louvável; no entanto, o que preocupa muitos é o contexto de como se dará essa evangelização, já que o relatório deixava lacunas de interpretações fora da doutrina da igreja.

O tema deste Sínodo pan amazônico como vem sendo chamado é “Novos caminhos para a igreja e para uma ecologia integral”, pretendendo avaliar questões importantes para as pessoas que moram na região amazônica que é formada por 8 países e um departamento:

  • Brasil,
  • Colômbia,
  • Bolívia,
  • Venezuela,
  • Equador,
  • Peru
  • Suriname,
  • Guiana,
  • Guiana Francesa (Departamento da França)

A constituição do sínodo está definida assim:

  • 341 participantes (entre homens e mulheres)
  • 113 padres sinodais da Amazônia total de padres 185
  • 35 mulheres
  • 13 discatérios
  • 55 auditores (sendo 9 mulheres indígenas)
  • 01 relator geral Dom cardeal Hummes
  • 02 secretários gerais

 O sínodo que tem seu início no dia 06/10, domingo, deverá se estender até o dia 27/10, quando os bispos deverão relatar as discussões sinodais para que sejam implementadas na região.

Equipe Mais de Deus