No dia 01 de agosto deste ano, um evento realizado na Paroquia São Francisco de Assis, pertencente a diocese de São Miguel Paulista, São Paulo, gerou muita confusão, comentário e bate–boca.

Na ocasião estava programado um evento denominado de 36ª Semana da Juventude, promovido pela Pastoral da Juventude daquela localidade e sobre a qual foram promovidas palestras sobre cannabis medicinal, direitos reprodutivos, religião, racismo, políticas públicas, juventudes e uma celebração ecumênica fizeram parte da programação. Também constava na programação uma romaria dos jovens à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida/SP.

O problema aconteceu realmente pelo fato de que uma das palestras da semana, foi sobre “Religião e gênero” e a mesma foi ministrada nada mais, nada menos, por militantes do grupo ‘Católicas pelo Direito de decidir’.

Esse é o mesmo grupo que recebeu 100mil reais para organizar um seminário de apenas 1 dia e que publicamos com o seguinte título: ”Entidade vai receber 100 mil reais do governo para promover o aborto”

A presença dos militantes da ONG, “pseudo católica”, foi motivo de protestos de membros mais conservadores da Igreja Católica, que antes mesmo do evento acontecer já faziam pressão para que o movimento abortista nem sequer entrasse na igreja. Todavia, por não serem escutados e o evento ter sido mantido pelo pe. Ticão, conhecido por sua ação social na região, jovens contrários a Ong abortista, se dirigiram para a igreja e realizaram um terço em frente ao templo católico.

A situação gerou estranhamento entre os católicos e também de pessoas não católicas que estavam presentes no evento da pastoral da juventude, que em nota após o evento emitiu uma nota infeliz onde em um determinado trecho disse que não comunga dos mesmos ideais da igreja:

“…não somos iguais, não pensamos igualmente, e, mais importante, seguimos caminhos de atuação diferentes.”

No link estamos reproduzindo a nota emitida pelo Grupo de Jovens da PJ denominado Renovação Jovem como também o link de onde pode ser encontrada a carta original.

NOTA DE ESCLARECIMENTO – clique ao lado para ler na integra

Mais abaixo também colocamos o esclarecimento de pessoas ligada ao outro grupo de jovens que se dirigiu para a frente da igreja para rezar o terço em desagravo

Vale lembra que o aborto não é em nenhuma condição aceito na doutrina católica, o que torna u crime grave, sendo explicito sua condenação no Catecismo da Igreja Católica onde menciona que “ A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canônica da excomunhão este delito contra a vida humana” (CIC 2272)

Vejam abaixo o vídeo em que mostra uma discussão durante a palestra:

Equipe Mais de Deus