A notícia tida como nova no atual governo, na verdade já vem sendo especulada pelas equipes econômicas de ambos os países desde a visita de Bolsonaro aos Estados Unidos em 17 março.

peso-real

Na oportunidade falou-se até no possível nome da nova moeda que seria “peso-real”, e que já conta com aprovação imediata do governo argentino, quando se possível já implantaria o mesmo em poucos meses.

bolsonaro-e-MacriEm sua viagem a Buenos Aires (capital da Argentina), o presidente Jair Bolsonaro disse que o Brasil no momento não tem a condição de fazer como a Alemanha, que sustentou toda a União Europeia quando da implantação do Euro, mas que após a aprovação da Reforma da Previdência o Brasil teria toda a condição de se unir a Argentina na empreitada.

O ministro Paulo Guedes, disse ainda que, no futuro venham a existir cerca 5 moedas fortes formadas em seus grupos de mercados econômicos e que o que se iniciaria agora entre Brasil e Argentina seria gradativamente expandido para os países do Mercosul e depois para todo o continente sul americano.

Na Europa, quando da implantação do EURO, a moeda única que substituiu a libra esterlina, o franco, o marco, a lira, o escudo, entre outras, também causou um certo estrangulamento econômico inicial. Meses depois viu-se que ela abriu inúmeras portas para um comercio sem barreiras ideológicas que alavancou a economia do continente tornando muito mais fácil e rápida as transações financeiras entre os países (industrias, comercio e pessoas)

Na argentina o presidente foi questionado se o Brasil teria que pagar um preço por essa ação monetária com a Argentina, que se encontra numa grave crise, e o presidente respondeu: “Em todo casamento alguém perde alguma coisa e ganha outras. Eu sou pelo casamento. Eu sou pela família tradicional”

Equipe Mais de Deus