O governo da Eritréia determinou o fechamento de hospitais administrados pela Igreja Católica Apostólica Romana naquele pais do nordeste africano. Foram fechados nada mais nada menos que:

  • 03 Hospitais,
  • 02 Centros de Saúde e
  • 16 Clinicas.

Muitos dos doentes que se encontravam nesses locais foram obrigados a se levantarem e, partirem dali, alguns tiveram que se deslocar por mais de 25 km para buscar outra clínica para atendimento. Não é a primeira vez que o governo da Eritreia confisca equipamentos e prédios católicos, a cerca de 2 anos isso já aconteceu com alguns centros de saúde que confiscados, ainda continuam fechados.

Um pais governado por decretos

A Eritreia é mais governada por decretos do que por leis, em um desses decretos, emitido em 1995, o governo indicava que apenas quatro comunidades religiosas seriam reconhecidas pelo Estado:

  • A Igreja Ortodoxa Tewahedo da Eritreia,
  • A Igreja Evangélica Luterana da Eritreia,
  • A Igreja Católica e o
  • Islamismo sunita.

Nos últimos 4 anos as comunidades ortodoxas e Muçulmanas passaram a ter um pouco mais de autonomia, graças ao fato de o governo ter adquirido um certo controle dessas lideranças.

Mesmo assim, não impediu que o governo controlasse as publicações dessas duas instituições como também das Igrejas Católicas e Luteranas

Com menor grau de tolerância encontram-se os Pentecostais, os evangélicos e os Testemunhas de Jeová, que foram tolerados até 2002, quando foram exigidos alguns documentos para que os mesmos pudessem atuar e viver no pais de forma cidadã.

O caso dos hospitais está sendo pleiteado junto ao governo pelas autoridades católicas do pais que não aceitam a interferência do governo em áreas que consideram não competir com o mesmo, mas que estão desenvolvendo seu trabalho filantrópico para com os mais necessitados.

Equipe Mais de Deus

Fonte: AIS (Ajuda a Igreja que Sofre)