Cartaz eletrônico alerta que:
“A população está convidada a permanecer em sua própria casa”

Agora é a Itália que decidiu isolar 50 mil pessoas por conta do Coronavirus (COVID-19). Uma região composta por 10 cidade, distante à 60 km da cidade de Milão, na província da Lombardia, foram forçadas a um confinamento domiciliar, são centenas de pessoas que estão em quarentena obrigatória e milhares impedidas de locomoverem-se.

Para que isso acontecesse o governo italiano aprovou uma lei que proíbe a circulação de pessoas dessas localidades, proibindo a entrada e saída de cidadãos sem autorização especial. Tudo isso, depois que 79 casos de corona foram confirmados e 2 mortes. (Um senhor de 78 anos de Veneto e uma senhora de 77 anos da Lombardia)

O isolamento aconteceu depois que o pânico tomou conta do norte da Itália, quando um homem de 38 anos foi diagnosticado com um quadro grave de gripe. O homem que não havia viajado a China, não havia sido examinado, porém o mesmo teria se encontrado com um amigo italiano que esteve na China, mas que passou por testes que deram negativo, o que poderia ser mais um caso de pessoa infectada sem detecção de sintomas.

As cidades isoladas fazem parte de um cinturão ao redor de Codogno, uma cidade de 13.950 habitantes e que foi considerado o epicentro da contaminação e são essas:

  • Castiglione d’Adda,
  • Casalpusterlengo,
  • Fombio,
  • Maleo,
  • Somaglia,
  • Bertonico,
  • Terranova dei Passerini,
  • Castelfgerundo e
  • San fiorano.

O governador da Lombardia ordenou a suspensão das aulas, atividades em empresas e comercio sem utilidade pública, farmácias estão autorizadas a atender clientes desde que não recebam dentro dos estabelecimentos.

Atendimento nas farmácias é feito na calçada

O governo também determinou que eventos coletivos, festas e missas devem entrar em regime de suspensão obrigatória.

Os trens para estas cidades estão suspensos, podendo passar pela cidade, mas impedidos de fazerem escalas. Como na cidade chinesa de Wuhan, a cidade de Codogno e as suas cidades co-irmãs ao seu redor, também agora, vivem o dilema das ruas vazias e sem movimentações, com trabalhadores sendo aconselhados a trabalharem de casa.

Equipe Mais de Deus