N-Saude-igrejaA belíssima igreja matriz da paroquia de Nossa Senhora da Saúde em Brasília, teve o seu sacrário furtado na tarde do Domingo de Pascoa (21/04).

O sacrário estava na igreja a cerca de 20 anos e o valor da peça em outro girava em torno de R$ 20 mil reais. O roubo aconteceu depois das 14hs, quando a igreja foi fechada. Mais do que o roubo da peça, o que preocupa também é o roubo das mais de 100 hóstias consagradas que estavam armazenadas no sacrário e que podem ter sido profanadas em pleno Domingo de Páscoa.

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Vista do altar – o sacrário ficava no centro do altar

O ouro dos sacrários

No caso de Brasília, segundo relatou o pároco Pe. Casemiro, a peça roubada era de ouro; e foi adquirida com esforço de toda a comunidade; no entanto, muitas igrejas têm substituído peças banhadas e ou em material precioso para evitar os roubos.

Há dias atrás, relatamos aqui, o caso da cidade paulista, onde a “Igreja de Nossa Senhora Aparecida ‘foi’ invadida em Votorantim”, com a mesma finalidade, retirar o ouro do sacrário.

A profanação

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Sacrário com o interior retirado.

O pior de tudo é o destino dado ao “corpo de Cristo”, já que as hóstias consagradas têm um valor inestimável por não serem simbólicas, mas presencialmente reais, como verdadeira comida e verdadeira bebida.

Assim, cabe também a nós repensarmos a maneira mais apropriada de como usar materiais nobres em sacrários para não permitirmos a profanação do corpo eucarístico de Jesus.

Uma triste situação que gera consternação nas pessoas e principalmente nos membros das paróquias envolvidas. Em ambos os casos de roubos dos sacrários; tanto o de Brasilia, como o de Votorantim, aconteceram em horários sem ou quase nenhum movimento nas igrejas. Mas e se o roubo fosse em um horário de maior movimento. Nossas igrejas estão preparadas para proteger os fiéis?

É mais um problemas que devemos colocar em pauta para os próximos anos

Equipe Mais de Deus