pregnant-1207238_640Com o nome de “profilaxia da gravidez” o Projeto de Lei 7371, visa garantir o caminho para nada mais nada menos que o aborto.

Com a “maravilhosa” proposta de combater a violência para com a mulher, algumas feministas e simpatizantes tentam melhorar a Lei Cavalo de Troia de 20013 – n. 12.845/2013  (cujo objetivo era implementar o aborto na rede pública de saúde).

Com essas mudanças conceituais, cria-se uma saída para tornar possível o aborto na rede pública de saúde (SUS); deixando claro que:

  • Cria-se a possibilidade de uma gravides ser configurada como uma relação sexual não consentida.

No entanto, um problema ainda existe: o dinheiro para tais práticas e para solucionar o problema, criou-se o PL 7371, que mais uma vez usa a nobre causa do combate à violência contra a mulher a fim de implantar o aborto no Brasil.

Agora o novo texto traz duas alterações importantes que muito podem abrir esse caminho abortivo pretendido, querem realizar duas trocas:

  • Estupro passa a ser denominado como relação sexual não consentida e
  • Aborto passa a ser identificado como profilaxia da gravidez

Assim, com a PL 7371, que visa o combate a violência como fachada para liberar a pratica da seguinte forma:

  • Criando um fundo de combate à violência contra a mulher

Onde, diante das dificuldades simples de manutenção das condições básicas de atendimento à saúde pública, abre-se a possibilidade de receber dinheiro do exterior.

Abrindo se um verdadeiro canal para receber dinheiro de fora, com vistas à realização do aborto, ao treinamento de agentes de saúde e à compra de equipamentos para a expansão dessa prática no Brasil. (Site Pe. Paulo Ricardo).

O que poderia ser configurado como um meio para criar clinicas de aborto espalhadas pelo Brasil. Promover o aborto é o mesmo que promover o genocídio de crianças

Veja o que diz o Padre Paulo Ricardo sobre o assunto:

 

Assim a PL 7371 atende uma das reivindicações feministas inseridas no PLANO NACIONAL DE POLITICA PARA AS MULHERES, onde propõem vários pontos como:

“Autonomia das mulheres – o poder de decisão sobre suas vidas e corpos deve ser assegurado às mulheres, assim como as condições de influenciar os acontecimentos em sua comunidade e seu país”

Na internet entre vários manifestos visando recolher assinaturas on line para barrar essa causa entre os quais destacamos o site:

Assine a petição para enviar um e-mail às lideranças de partidos, alertando-os para que não pautem o projeto. Compartilhe o link da petição com o maior número possível de pessoas!

 Fontes: