A nova CPMF vem sendo alardeada pela equipe econômica do governo, porem encontra resistência do próprio presidente da república.

A ideia agora é cobrar uma taxa de 0,4% sobre todos os saques e depósitos realizados no Brasil. A cobrança seria feita em duas partes:

  • 0,0% sobre quem faz o pagamento e
  • 0,2% sobre quem recebe o pagamento

Podendo chegar em alguns casos em até 1% conforme relatou o ministro Paulo Guedes a dias atrás. O que torna o novo imposto ainda mais odiado

Esse novo imposto acaba por se tornar um balde de agua fria nas propostas do governo de otimizar a cobrança de impostos; bem como, a sua diminuição. (proposta de campanha)

Além do mais, um novo imposto sobre pagamentos, certamente vai levar muitos pequenos comerciantes a fugirem dos bancos, e promovendo a informalidade ainda maior da economia brasileira.

Muitos analistas apostam que a CPMF não sai, pois, as vésperas de um ano eleitoral a aprovação do imposto que já foi muito questionado no passado.

Vamos recordar o que foi a CPMF

A Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (simplificada como Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira – CPMF) foi um tributo brasileiro. Sua esfera de aplicação foi federal e foi aplicada de 1997 a 2007. Sua taxa inicial foi de 0,25% e a última taxa foi de 0,38%.

A aprovação pode gerar um efeito ainda mais negativo na avaliação do governo Bolsonaro e ainda, levar junto para a negatividade os partidos que votarem a favor. O que seria muito benéfico para a cambaleada esquerda brasileira.

Estamos de olho. E você leitor de nosso site não se esqueça que até por isso devemos estar sempre vigilantes e em oração. Ore por nós!

Equipe Mais de Deus