Sábado, 11 de novembro de 2017, talvez fosse um encontro simples, mas de simples não tinha nada.

Iniciamos com poucas pessoas presentes agradecendo e louvando a Deus e o cansaço era muito marcante nos presentes.

Começamos a orar, muitas vezes eu orava e eles ficavam quietos, até que eu solicitei que me ajudassem na oração; pois eles não estavam ali para me ver orar e sim para orar comigo.

Foi aí que tudo mudou, pois mesmo um pouco relutante o Cleber se dispôs a prosseguir com a oração e nos conduziu para um momento precioso onde nos entregamos a Deus de forma muito intensa…. Pedindo que ele nos abençoasse e desse um sentido novo a nossas vidas.

A oração foi tocante e nos impulsionou para vivermos mais perto de Deus

Passado o momento de oração conduzido pelo Cleber eu solicitei ao Marlon que também conduzisse e ele nos disse que não podia…

Por 3 vezes repetiu que não podia e que não conseguiria

Foi ai que vimos pela segunda vez o quanto é “Maior quem está em mim do que aquele que está no mundo” 1 Jo 4,4. O mais de Deus surgiu para incentivar a vida de oração das pessoas, é o grande carisma do grupo, levar pessoas a vivenciar uma intimidade com Deus.

Assim, quando o Marlon começou a agradecer e falar com Deus, intercedendo por nós que estávamos ali presentes e pelos que não mais estavam vindo foi como se graça estivesse completa. O que Deus começou no Cleber terminou no Marlon. Foi o despertar de um momento de grande alegria.

Era só um empurrão que faltava para o despertar de dois homens orantes.

As vezes ficamos temerosos, pensativos com a maneira pela qual temos que orar, o que devemos falar para Deus… e nos esquecemos que não existe uma formula magica, até existem orações prontas, no entanto, o que deve prevalecer é a nossa liberdade de falarmos com Deus do mesmo modo como falamos com um amigo.

Podemos usar algum tipo de oração que usamos no dia a dia

Podemos usar um livrinho de orações

Mas o que tem que prevalecer é a minha vontade de querer falar com Deus, e estar aberto a Ele sempre que assim Ele os chamar.

Ricardo Mari