A indulgencia plenária quando é aplicada na pessoa, liberta da pena temporal de pecados confessados e perdoados, desde o momento do seu Batismo até o dia no qual obtenha a indulgência plenária.

O Papa Paulo VI sobe as indulgencias explica que:

“Para brevemente relembrar os principais benefícios, a usança salutar das indulgências ensina ‘como é triste e amargo ter abandonado o Senhor Deus’ (Jeremias 2, 19). Pois os fiéis, quando se empenham em ganhar as indulgencias, compreendem que por suas próprias forças não podem expiar o prejuízo que se infligiram a si mesmos e a toda a comunidade, e por isso são excitados a uma salutar humildade” (DI, 9)

Além de que, “o uso das indulgencias ensina com que intima união em Cristo estamos ligados uns aos outros” como também “inflama eficazmente a caridade e de modo excelente a exerce quando se leva um auxílio aos irmãos adormecidos em Cristo”

Assim, podemos expressar que a caridade infundida em nós pela uso das indulgencias, quando é aplicada a um defunto, é uma grande obra de misericórdia, pois o liberta da pena dos seus pecados perdoados, o que poderia ajudá-lo a sair do Purgatório e ir para o céu. Dizia Santa Catarina de Sena, que as almas que ajude assim estarão eternamente agradecidas, rezarão sempre por você e, ao chegar ao céu, irão recebê-lo.

Sobre isso o Papa Paulo VI afirmou: “Se os fiéis transferem as indulgencias a favor dos defuntos, exercem então de maneira excelente a caridade e, elevando seu pensamento para as realidades celestes, tratam as coisas terrestres do modo mais correto”

Equipe Mais de Deus

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