Santa Faustina, nascida Helena Kowalska, veio ao mundo em 1905 no seio de uma pobre família camponesa no lugarejo de Głogowiec, a oeste de Łódź na Polônia. Foi a terceira dos dez filhos do casal Stanislaus, carpinteiro e agricultor, e Marianna Kowalska, que os educaram com grande disciplina espiritual.

Quando completou 18 anos, a jovem Helena disse à sua mãe que almejava a vida religiosa, mas seus pais, não permitiram. Obediente, Helena se afastou da igreja e caiu no mundo.

Em 1924, Helena, foi num baile com sua irmã Josefina, e quando estava dançando viu Jesus coberto de chagas parado ao seu lado, então ele lhe disse: “Até quando hei de ter paciência contigo? Até quando tu me enganarás?”  Assustada, Faustina disfarçou o acontecido para que sua irmã não percebesse e, assim que pode, abandonou discretamente o baile e dirigiu-se até a Catedral de São Estanislau Kostka, lá ela pediu ao Senhor, em oração profunda, que lhe mostrasse o caminho a ser seguido, ao que escutou uma voz que lhe dizia: Vá imediatamente a Varsóvia, lá entrarás em um convento.

No dia seguinte, sem a anuência dos seus pais, Helena, partiu para o convento. Em abril de 1928, 4 anos após ter deixado a sua casa, fez votos como freira, seus pais estiveram presentes na cerimônia.

Em 22 de fevereiro de 1931, teve a sua primeira de muitas revelações de Jesus e a sua grande Misericórdia Divina. Com as aparições um dos seus confessores, Padre Sopocko, exigiu de Santa Faustina que ela escrevesse as suas vivências em um diário espiritual. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência de seu confessor, ela deixou a descrição das suas vivências místicas, que ocupa algumas centenas de páginas.

Santa Faustina sofreu muito por causa da tuberculose que a atacou. Os dez últimos anos de sua vida foram particularmente atrozes. No dia 5 de outubro de 1938 sussurrou à irmã enfermeira: “Hoje o Senhor me receberá”. E assim aconteceu.

Faustina foi beatificada a 18 de abril de 1993 pelo Papa João Paulo II, sendo declarada, a “Apóstola da Divina Misericórdia”, sua canonização se deu no dia 30 de abril de 2000, também pelo Papa João Paulo II.

Santa Faustina, rogai por nós!