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“Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat!”

A festa de Cristo Rei que se celebra normalmente entre os dias 20 e 26 de novembro é também a celebração em que se manifesta a grandeza do Cristo que é Rei do Universo. Ela finaliza o ano litúrgico católico.

Ele é Rei acima de todas as formas conhecidas de reinados, principados e impérios, é o Rei pelo qual todas as coisas estão sujeitas, “Ele é a imagem de Deus invisível, o Primogênito de toda a criação. Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis. Tronos, dominações, principados, potestades: tudo foi criado por ele e para ele. Ele existe antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem nele. Ele é a Cabeça do corpo, da Igreja. Ele é o Princípio, o primogênito dentre os mortos e por isso tem o primeiro lugar em todas as coisas. Porque aprouve a Deus fazer habitar nele toda a plenitude e por seu intermédio reconciliar consigo todas as criaturas, por intermédio daquele que, ao preço do próprio sangue na cruz, restabeleceu a paz a tudo quanto existe na terra e nos céus” (Colossenses 1, 15-20)

A solenidade de Cristo Rei foi criada no ano de 1925, através da ‘Encíclica Quas Primas’ (No Primeiro) do Papa Pio XI, sobre Cristo Rei. Na qual todos somos chamados a reconhecer o Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas.

Assim fundamentou-se a doutrina da nova festa: Dizemos, enfim, que é “Rei dos corações”, por causa daquela inefável “caridade que excede a toda humana compreensão (Ef 3, 19); e porque sua doçura e sua bondade atraem os corações: pois nunca houve, no gênero humano, e nunca haverá quem tanto amor tenha ateado como Cristo Jesus. (Quas Primas 4)

É interessante atentar que, Anglicanos, Presbiterianos, Luteranos, Metodistas celebram este título de honraria a Cristo.

Veja também: Carta Encíclica Quas Primas (Espanhol – site do vaticano)

Fonte da Encíclica Quas Primas em português Instituto Sapientia de Filosofia