guitar-1812780_640Com a finalidade de renovar o que está desgastado. “Não podemos ter medo de discutir a qualidade da música. O encontro não será um tribunal. Vamos discutir, e toda a discussão deve ser o mais universal possível”, disse Carlos Aberto Azevedo, delegado do dicastério vaticano da Cultura.

Apesar de ressaltar que o repertório tem aumentado nos últimos anos, o Pontifício Conselho para a Cultura admite que “o nível e a qualidade dos cantos são sempre modestos e não respeitam a diversidade cultural”.

“O encontro propõe estimular uma reflexão profunda, a nível mundial, litúrgico, teológico e fenomenológico que, além das polêmicas estéreis, possa ser uma proposta positiva para um culto cristão, expressão de louvor a Deus e em concordância com a diversidade dos modelos culturais”, afirmou, por sua vez, o presidente do discatério, cardeal Gianfranco Ravasi.

O vaticano que aprofundar este debate através de um encontro a se realizar nos dias 02 e 04 de março, onde uma mesa chamada “Música e Igreja: Cultura e Cultura em 50 anos de Música Sacra”.

O Vaticano quer renovar os cantos durante as liturgias das Missas, que praticamente repetem as mesmas canções e temas, já consideradas “desgastadas” pela Santa Sé.

Canto da Paz

Em 2014, o Papa Francisco já havia solicitado que o canto da paz, fosse retirado de dentro das celebrações por acreditar que o momento da paz que está inserido no Rito Eucarístico é um momento profundo, onde o silêncio e a oração se fazem presentes. Portanto o momento da paz é simples: De maneira discreta e profunda, deseje a PAZ DE CRISTO a pessoa ao seu lado.