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Ministro da Educação Abraham Weintraub

Antes de qualquer comentário, é muito importante analisarmos os lados envolvidos para não julgarmos de maneira tendenciosa. Dessa forma perguntamos: Porque o governo quer contingenciar a verba da educação e o quer pretende mudar?

O tão falado corte ou bloqueio das verbas do governo, destinados pelo MEC as universidades federais são realmente necessárias, todavia deixa entender que existem mais coisas além de um simples corte.

Em tempos de crise como afirma o governo, os cortes ou a contingência de gastos estão direcionadas as verbas discricionárias e não as verbas totais: Assim, o corte anunciado do governo atinge quase 25% das verbas discricionárias, num total que varia de 12 à 14% das verbas destinadas as universidades, ou seja, as que são repassadas as universidades, algo em torno de 1,7 bilhão de reais.

ATENÇÃO: Tratando em miúdos, o ministro da educação, Abraham Weintraub, está buscando um contingenciamento dos recursos por parte das universidades em torno de 3,5% dos gastos que listamos abaixo. Assim, os valores são de 3,5% da verba total ou 30% da verba contingenciada. O que muda drasticamente o montante dos “cortes”.

O que são as verbas discricionárias: As verbas discricionárias são as citadas como:

  • Contas de água luz,
  • Conta de telefones,
  • Manutenção dos prédios,
  • Pesquisas,
  • Pagamentos de terceirizados, além da
  • Compra de insumos de materiais.

É muito importante saber que, as verbas obrigatórias não devem sofrer cortes, pois tratam das despesas referentes aos salários dos professores, funcionários, aposentados, etc…

Quem são os alvos desses cortes?

Os alvos desses cortes, são sem dúvida alguma, os promotores de ações alinhadas com atividades que não têm compromisso com a nação. Segundo apuramos, os bloqueios que não são diretamente cortes, visam acabar com o patrocínio de atividades ideológicas da esquerda em muitas universidades, onde permite-se que muitos “estudantes’ permaneçam em faculdades e universidades com o único intuito de contaminar os estudantes com um viés marxista, inibindo assim,  praticas classificadas como libertinagem mas, que são mascarada pela liberdade de expressão.

Essa “liberdade” permite ainda, exemplos de trabalhos universitários apresentados com os alunos pelados, vestidos de mulheres, promovendo beijaços coletivos, sem um viés de estudo, mas servindo para propagar causas da esquerda e que não acrescentam em nada um conteúdo acadêmico.

Outros exemplos são as teses acadêmicas que consomem dinheiro público, não possuem conteúdo significativo e que também não trazem algum tipo de retorno para o estado e a sociedade. Abaixo, listamos algumas teses acadêmicas que não conseguimos encontrar uma utilidade aparente:

1 – TESE: “A folia dos cus prolapsados – pornografia bizarra e prazer sexual entre mulheres”

  • Curso:       – Universidade Federal de Pernambuco
  • Autor: Luciene Galvão Viana

 

2 – TESE: “Fazer banheirão: as dinâmicas das interações homoeróticas na Estação da Lapa e adjacências”.

  • Curso: Mestrado em Antropologia na Universidade Federal da Bahia. “
  • Autor: Tedson da Silva Souza

 

3 – TESE: “A estética Funk Carioca: criação e conectividade em Mr. Catra. (A autora do estudo escreveu uma resposta à Gazeta do Povo. Clique para ler na íntegra)

  • Curso: Doutorado em Sociologia e Antropologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  • Trecho: “Mr. Catra é um feixe de relações, que catalisa caminhos e dá acesso a um mundo que mistura funk, favela, elite, poder oficial e crime”.
  • Autora:  Mylene Mizrahi.

 

4 – TESE: “A pedofilia e suas narrativas: uma genealogia do processo de criminalização da pedofilia no Brasil”

  • Curso: Doutorado em Sociologia na Universidade de São Paulo
  • Trecho: “Por tudo que foi visto nesta tese, não é possível afirmar que a pedofilia seja, em sua totalidade, sinônimo de violência sexual contra a criança, embora os termos sejam usados de modo indiscriminado e intercambiável em quase todos os domínios do saber. Os diversos textos apresentados aqui demonstram que muito pedófilos nunca violentaram sexualmente uma criança; e que muitos agressores sexuais infantis não podem ser considerados pedófilos, por não se enquadrarem na definição psiquiátrica da categoria”.
  • Autor: Herbert Rodrigues.”

 

05 – TESE: “Classes sócias, luta de classes e a atuação dos movimentos sociais”.

  • Curso: Filosofia, letras e Ciências Humanas
  • Visa promover a formação de sujeitos atuantes em movimentos sociais da região de Heliópolis, favela localizada no sudoeste da cidade de São Paulo, pela troca de saberes e socialização de conhecimento produzidos pelo grupo de pesquisa Pensamento e Política no Brasil, om ênfase nos conceitos de classes sociais e lutas de classe em uma ´perspectiva marxista.

 

06 – TESE: “Mulheres perigosas: uma análise da categoria piriguete”.

  • Curso: Mestrado em Sociologia e Antropologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  • Trecho: “A piriguete representa, primeiramente, uma mulher que não se adéqua às normas de conduta feminina – ela expressa sua sexualidade e seu desejo, sua liberdade e seu poder”.
  • Autora: Larissa Quillinan Machado Larangeira.”

 

Colocamos uma amostra do que é possível encontrar na internet sobre o tipo de teses e desperdício de tempo e dinheiro mascarado como conhecimento.

Agora em hipótese alguma, podemos ser favoráveis a depreciação do ensino público, em qualquer grau que seja ou que na pratica venha a diminuir ou impedir alguém de adquirir um ensino de qualidade e uma escola ou universidade digna e de direito.

Equipe Mais de Deus

Fonte: google